“Vejo isto com a minha mãe: quando todo o mundo grita, a minha mãe fala baixo e, aí, toda a gente pára para ouvir”
Apresenta-se como “100% brasileira e carioca”, mas faz questão de acrescentar ao cartão-de-visita genético 50% de herança nigeriana. “O meu pai deixou o Brasil quando eu era muito nova. Fez a licenciatura, mestrado, doutoramento, e voltou para a Nigéria”, conta Amina Bawa, que, já depois dos 20 anos, recuperou a ligação ao lado paterno. Oiça aqui a conversa a jornalista e produtora cultural neste episódio de “O Tal Podcast”
