União Europeia é um parceiro presente em África: sempre financiou muito, falta investir em mediação política
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Mali e Somália são exemplos de Estados frágeis, desafiados por disputas étnicas ou de clãs, pretensões separatistas e avançadas jiadistas. A União Europeia tem investido muito na estabilização. Uma investigadora portuguesa com experiência no terreno comparou os dois casos e analisa de forma crítica o contributo das missões da UE para a construção dos Estados e da paz. “A UE ignora aquilo que é a realidade”, diz
