Levou e não pagou - O Hospital do Amor de Barretos precisou recorrer à Justiça para cobrar o ex-prefeito de Vicentina, Marcos Benedetti Hermenegildo, o Marquinhos do Dedé (PSDB). A instituição filantrópica, que atende pacientes com câncer, acusa o ex-chefe do Executivo de deixar um “calote” que já ultrapassa R$ 11 mil, após a entrega de um cheque sem fundos para pagar itens arrematados em um leilão beneficente realizado justamente em favor do hospital. Assinou um borrachudo - Na petição, o Hospital do Amor afirma que o ex-prefeito emitiu um cheque no valor de R$ 8,1 mil em 25 de novembro de 2023 para quitar a dívida do leilão beneficente. Ao tentar fazer o depósito, porém, a instituição foi informada de que o cheque não tinha fundos. Diante da inadimplência, o hospital ingressou com ação no TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), protocolada em 24 de dezembro de 2025. Sem conversa - O setor de cobranças do Hospital do Amor tentou por diversas vezes receber o valor de forma administrativa, mas sem sucesso. Com a correção, a dívida já soma R$ 11.037,58. A instituição também solicita o acréscimo de 5% sobre esse montante para o pagamento de honorários advocatícios e pede a concessão de assistência judiciária gratuita, por se tratar de uma entidade filantrópica. No documento, o hospital informa ainda que não tem interesse na realização de audiência de conciliação. De ex pra ex - Ainda vai dar pano pra manga a briga entre o prefeito de Ivinhema, Juliano Ferro (PSDB), e a ex-companheira, Karen Andrade. Ontem, o prefeitão recebeu apoio em forma de gozação da ex-namorada de Karen, a vereadora Isa Marcondes (Republicanos). “Eu lendo os comentários que Juliano está passando, já passei por tudo isso, e é só o começo, ainda vêm mais coisas por aí”, avisou. Sujeira no ventilador - Karen também resolveu falar sobre o caso. Afirmou lamentar a exposição pública de um caso que, segundo ela, deveria ser tratado com discrição, por envolver questões sensíveis relacionadas à violência doméstica. Criticou o que chama de linchamento virtual e garante possuir provas das acusações, que “serão apresentadas no momento e no foro adequados”. Também não descarta tornar os fatos públicos integralmente caso continue, segundo ela, a distorção da realidade e o comprometimento de sua integridade. Pausa nas férias - O coronel Emerson de Almeida Vicente, comandante do Policiamento Metropolitano, precisou pausar o período de descanso para participar da coletiva de imprensa que apresentou o planejamento de Campo Grande para o Carnaval de rua. Sem a tradicional farda da Polícia Militar, fez questão de estar presente, mas explicou a falta de uniforme. “Estou dentro do período de férias. Mas, mesmo de férias, a gente participou aí de algumas reuniões.” Quem não tem francês… – Sem a farda, outro detalhe que roubou a cena foi o uso constante de óculos escuros pelo coronel, que logo tratou de explicar o acessório com bom humor. Segundo ele, o visual remetia ao estilo do presidente francês Emmanuel Macron, mas tinha um motivo bem mais simples: um inchaço no olho. “Está um pouquinho inchado e estou disfarçado com óculos escuros”, brincou. Coronel Emerson de Almeida Vicente em coletiva na manhã de ontem Fantasia - O secretário de Cultura de Campo Grande, Valdir Gomes, entrou no clima de descontração e arrancou risadas ao revelar uma brincadeira feita com o coronel Almeida sobre fantasias de Carnaval. Entre uma fala e outra, lembrou que não existe festa sem segurança e contou que, em tom de humor, o comandante teria sugerido aparecer fantasiado. Adão - “A gente não pode colocar um carnaval se não tiver segurança. Isso aí, ano passado, a gente conversou. E esse ano, o Coronel Almeida até me pediu uma fantasia. Eu falei: ‘o senhor vai estar no comando, vai ser difícil aparecer de fantasia, o povo não vai respeitar’. Mas uma fantasia assim. ‘Ah, não posso ir de Adão?’, não dá. Eu falei, não, a defensoria está aí. Vamos mudar esse roteiro”, disse Valdir Gomes, arrancando gargalhadas. Atividades encerradas - Nos bastidores da administração federal, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional decidiu reorganizar a casa e publicou portaria determinando o encerramento do escritório em Dourados. A unidade tem até 120 dias para ser desativada, com redistribuição de processos, acervo e servidores para outras estruturas da 3ª Região. O texto não entra em detalhes sobre os motivos, mas o movimento indica uma mudança de estratégia administrativa, com concentração das atividades em outros polos, enquanto Dourados perde uma presença direta da Fazenda Nacional.