Jornalista afirma que Schumacher não está acamado e se locomove de cadeira de rodas em casa na Espanha
Longe dos holofotes desde o grave acidente de esqui sofrido em 2013, na França, Michael Schumacher continua tendo seu estado de saúde cercado por sigilo. No entanto, o jornalista inglês Jonathan McEvoy, autor de uma biografia de Lewis Hamilton, afirmou ter obtido novas informações sobre o ex-piloto após visitar os arredores de sua casa de veraneio em Maiorca, na Espanha.
Segundo McEvoy, Schumacher não está preso à cama. Em relato publicado no jornal britânico Daily Mail, o jornalista disse ter conversado com funcionários da residência e com um dos seguranças da mansão. De acordo com essas fontes, o heptacampeão mundial de Fórmula 1 se locomove pela casa com o auxílio de enfermeiros e terapeutas, utilizando uma cadeira de rodas.
O jornalista também afirmou ter ouvido de uma fonte próxima à família, que pediu anonimato, que o nível de consciência de Schumacher não é totalmente claro.
— Não é possível ter certeza se ele compreende tudo, porque não consegue se comunicar verbalmente. A impressão é que ele entende algumas coisas ao seu redor, mas provavelmente não todas — relatou McEvoy.
O acidente de Schumacher completou 12 anos em dezembro do ano passado. O ex-piloto sofreu um traumatismo craniano grave após uma queda em uma estação de esqui em Méribel, nos Alpes Franceses. Desde então, ele se recupera sob cuidados médicos intensivos, inicialmente em hospitais e, posteriormente, em sua residência.
A família mantém total discrição sobre o quadro clínico. A esposa, Corinna Schumacher, e os filhos — Gina, amazona profissional, e Mick Schumacher, piloto — controlam rigidamente o acesso a informações, permitindo apenas relatos pontuais de pessoas próximas.
Em meio a esse cenário de sigilo, a família também enfrentou episódios delicados. No início de 2025, três homens foram condenados na Alemanha por tentativa de extorsão. Entre eles estava um ex-segurança que trabalhou na casa de Schumacher até 2020 e que teria obtido mais de 1.500 arquivos pessoais, incluindo fotos, vídeos e prontuários médicos. O grupo exigia cerca de 14 milhões de euros para não divulgar o material na dark web.
Apesar das raras informações que vêm a público, Schumacher segue recebendo cuidados especializados, longe da mídia, em um ambiente controlado pela família — que opta por preservar sua privacidade acima de qualquer exposição.
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