Fortunas bilionárias, hegemonia sertaneja e direitos autorais moldam o topo da música brasileira
O mercado da música no Brasil consolidou, ao longo das últimas décadas, uma elite de artistas que transformaram sucesso artístico em grandes fortunas. Com forte presença do sertanejo e destaque para catálogos históricos que seguem rendendo direitos autorais, alguns cantores brasileiros acumulam patrimônios estimados em centenas de milhões — e até bilhões — de reais. A lista a seguir considera apenas cantores, excluindo apresentadores, atletas e influenciadores, e se baseia em estimativas recorrentes da imprensa especializada e do mercado cultural.
Roberto Carlos
Com fortuna estimada entre R$ 800 milhões e R$ 1 bilhão, Roberto Carlos é o cantor mais rico do Brasil. O patrimônio foi construído principalmente a partir de um dos catálogos musicais mais rentáveis do país, que segue gerando receitas constantes com direitos autorais, execuções públicas, licenciamentos e especiais de televisão, além de shows pontuais e investimentos imobiliários. Décadas de carreira garantem ao artista uma das rendas mais estáveis da indústria musical nacional.
Luan Santana
Luan Santana aparece com patrimônio estimado em torno de R$ 1 bilhão, impulsionado por cachês elevados, contratos publicitários e uma gestão empresarial centralizada da própria carreira. Um dos principais nomes do sertanejo universitário, o cantor apostou cedo na profissionalização da estrutura de shows, marketing e investimentos, o que ampliou sua capacidade de geração de receita ao longo dos anos.
Gusttavo Lima
Com fortuna estimada entre R$ 900 milhões e R$ 1 bilhão, Gusttavo Lima construiu patrimônio a partir de grandes turnês nacionais e internacionais, publicidade e investimentos fora da música, especialmente no agronegócio. O cantor é um dos símbolos do modelo de grandes cachês e diversificação patrimonial que passou a marcar o sertanejo nos últimos anos.
Wesley Safadão
Wesley Safadão acumula patrimônio estimado entre R$ 600 milhões e R$ 700 milhões. A fortuna foi formada principalmente com shows, festivais, produtos licenciados e gestão própria de carreira. O cantor foi responsável por ampliar o alcance comercial do forró eletrônico, levando o gênero para arenas e grandes eventos em todo o país.
Anitta
Com patrimônio estimado entre R$ 500 milhões e R$ 600 milhões, Anitta se destaca pela diversificação de receitas. Além da música, a cantora ampliou ganhos com contratos publicitários internacionais, marcas próprias, investimentos e parcerias estratégicas no exterior, consolidando-se como a artista brasileira de maior projeção global da atualidade.
Ivete Sangalo
Ivete Sangalo tem fortuna estimada entre R$ 350 milhões e R$ 450 milhões, resultado de uma carreira sólida que combina shows, Carnaval, contratos publicitários e presença constante na televisão. A cantora mantém há mais de duas décadas forte apelo popular e comercial, especialmente no Nordeste e no eixo dos grandes eventos nacionais.
Zezé Di Camargo
Zezé Di Camargo acumula patrimônio estimado entre R$ 300 milhões e R$ 400 milhões, sustentado por direitos autorais de um catálogo histórico, além de shows e projetos ligados à carreira solo. O cantor foi um dos principais responsáveis pela consolidação do sertanejo romântico como gênero de massa nos anos 1990.
Leonardo
Leonardo possui fortuna estimada em cerca de R$ 300 milhões. Além da música e dos shows, o cantor diversificou sua renda com investimentos no agronegócio e em negócios rurais, estratégia comum entre artistas sertanejos que ampliaram patrimônio para além do mercado musical.
Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó possuem, individualmente, fortunas estimadas entre R$ 200 milhões e R$ 300 milhões. O patrimônio é sustentado principalmente por direitos autorais, turnês e um catálogo clássico que segue sendo executado em rádios, plataformas digitais e shows comemorativos. A dupla foi decisiva para transformar o sertanejo em um mercado nacional estruturado e altamente lucrativo.
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