19 coisas que você provavelmente não sabia sobre Elke Maravilha
Ex-secretária trilíngue, madrinha das prostitutas e alienígena cinematográfica de filme infantil.
Elke era filha de era alemã e o pai russo. Além desta mistura, ela tinha avô azerbaijano e avó mongol.
Elke nasceu na Rússia em 1945, com o nome de Elke Georgievna Grunupp. Ela veio para o Brasil com a família aos cinco anos de idade, fugindo do regime militar de Stalin. Eles chegaram pelo Rio de Janeiro e em seguida mudaram-se para uma fazenda em Minas Gerais.
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Alguns dos seus primeiros contatos com brasileiros foram com os negros que trabalhavam com o seu pai em uma fazenda em Itabira (MG).
Até mudar para esta fazenda, recém-chegada da Rússia, Elke nunca tinha visto um negro. Ficou assustadíssima quando viu um e teve medo. O pai dela decidiu, então, levá-la à casa dos vizinhos, uma família negra, e largou ela lá chorando. Elke conta que, no dia seguinte, ele quase teve que bater nela para que ela voltasse para casa.
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Elke começou a vida profissional como professora de inglês e francês.
Seus primeiros empregos foram de bancária e secretária trilíngue em Porto Alegre (RS). Depois, ela foi tradutora e intérprete na Alemanha, onde morou durante um ano, depois na Grécia, quando se casou com o seu primeiro marido, que era grego. Também estudou Medicina, Letras Clássicas e Filosofia.
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Aos 18 anos, Elke – pasme! – só tinha roupas pretas. Teve um estalo e decidiu mudar tudo: rasgou uma calça, colocou uma meia roxa, botou um batom pesado e desarrumou o cabelo.
Ela quis dar uma volta na rua com o novo visual e tomou um soco de pessoas que se incomodaram com o look.
