O agronegócio segue como principal motor da economia de Mato Grosso do Sul, sustentando o Produto Interno Bruto (PIB) estadual e ampliando sua participação também no cenário nacional. A avaliação é reforçada pelo presidente da Assembleia Legislativa, Gerson Claro, que aponta o setor como eixo central do desenvolvimento econômico do Estado. Segundo o parlamentar, a vocação agropecuária sul-mato-grossense continua sendo a base da economia, mas ganha novos contornos com a incorporação de tecnologia, inovação e integração com a indústria. “O agro de Mato Grosso do Sul sustenta o nosso PIB e também contribui com o PIB nacional”, afirma. O cenário atual revela uma transformação em curso. A produção primária passa a dialogar com processos industriais, ampliando o valor agregado e diversificando as cadeias produtivas. Um dos exemplos citados é o aproveitamento do milho para a produção de etanol, movimento que fortalece a agroindústria e amplia o impacto econômico no Estado. Além da força tradicional da pecuária e das lavouras, novos segmentos ganham espaço e consolidam uma matriz econômica mais diversificada. A expansão da indústria de celulose e o avanço da citricultura indicam um ciclo de crescimento que vai além da produção básica, gerando empregos e atraindo investimentos. Para Gerson Claro, esse novo momento do agro está diretamente ligado à modernização do setor e à capacidade de adaptação às demandas do mercado. A adoção de tecnologias, aliada à ampliação das cadeias produtivas, tem impulsionado a competitividade de Mato Grosso do Sul no cenário nacional. Com isso, o agronegócio deixa de ser apenas o alicerce econômico e passa a atuar como um vetor estratégico de desenvolvimento, conectando produção, indústria e inovação — e consolidando o Estado como um dos principais polos do agro brasileiro.