Goianésia já foi chamada de “Calção de Couro” antes de se tornar a “Princesa do Vale”
A atual Goianésia, conhecida como “Princesa do Vale do São Patrício”, já teve um nome inusitado em sua origem: Calção de Couro, referência a uma das fazendas que deram início à ocupação da região.
O território era formado por grandes propriedades rurais, como as fazendas Calção de Couro, São Bento, Itajá e Lavrinha de São Sebastião. A ocupação começou de forma gradual, impulsionada pela atividade agrícola e pela chegada de famílias, principalmente vindas de Minas Gerais.
Entre os nomes ligados à formação do povoado está o produtor Laurentino Martins Rodrigues, responsável pela implantação da Fazenda Laranjeiras. A movimentação econômica dessas áreas contribuiu para a consolidação do núcleo urbano que, em 1949, foi elevado à condição de distrito.
A emancipação ocorreu em 1953, com a criação oficial do município por meio de lei estadual. A economia, inicialmente baseada na produção de café, enfrentou dificuldades com a queda da atividade, o que levou à desaceleração do crescimento e à saída de moradores.
A retomada veio a partir da década de 1970, com a introdução da cana-de-açúcar. A instalação de usinas e destilarias impulsionou o desenvolvimento econômico e consolidou o município como polo agroindustrial.
Atualmente, além da cana, a cidade também se destaca na produção de grãos e na pecuária, ampliando sua base econômica.
Apesar da modernização, Goianésia mantém tradições culturais ligadas ao interior goiano, com festas e eventos que reforçam a identidade local.
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