“Estou mais ligado à masculinidade, quando viajo identifico-me com aquilo que as pessoas me permitem. Não gosto de desrespeitar culturas”
Reconciliado com a sua área de estudos, Kai Fernandes, psicólogo, percebeu, a partir do início da prática clínica, que teria de se ajudar para conseguir ajudar. Das feridas da adoção, aos traumas do racismo, a que se junta o processo da transição de género, a identidade de Kai representa, para muitas pessoas, a única via de reconhecimento. “Existem poucos psicólogos como eu: negro, trans, jovem, e que vive as não monogamias”
