O homem encontrado morto na manhã de sábado (22), na região da cachoeira do Inferninho, em Campo Grande, foi identificado nesta quarta-feira (25) como Guilherme Carlos Canozi, de 29 anos. O corpo havia sido localizado por um grupo de seis pessoas que se preparava para praticar rapel no local, na saída para Rochedo. À época, a vítima não portava documentos, mas usava tornozeleira eletrônica, o que auxiliou no processo de identificação. De acordo com a Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, por meio da DHPP (Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa) e do Instituto de Identificação, a confirmação ocorreu após exame papiloscópico realizado no IMOL (Instituto Médico Odontológico Legal). Conforme já havia sido informado no dia em que o corpo foi encontrado, a vítima apresentava lesões nas mãos, descritas como cortes contundentes. A suspeita inicial é de que o homem tenha sido morto no próprio local. Guilherme respondia por tráfico de drogas, segundo informações da polícia. A investigação agora aguarda autorização judicial para acessar o histórico de monitoramento da tornozeleira eletrônica, o que deve ajudar a esclarecer os últimos passos da vítima e avançar nas apurações. Na mesma região, uma mulher também foi encontrada morta na madrugada de segunda-feira (24), com ferimento por disparo de arma de fogo na testa. Ela foi identificada como Giovana Castura Werner, de 51 anos. Apesar da proximidade dos casos, a polícia aponta que, a princípio, não há relação entre os crimes. As investigações seguem em andamento.