A arte como denúncia, memória e presença. É assim que nasce “O Grito que Ecoa”, exposição coletiva que reúne trabalhos de artistas mulheres e propõe um olhar direto sobre violências que, muitas vezes, ainda tentam ser empurradas para o silêncio. A mostra abre no dia 13 de fevereiro, às 19h, no MIS – Museu da Imagem e do Som, e marca a primeira etapa de um circuito artístico criado para dar visibilidade a narrativas femininas que falam de feminicídio, misoginia, abuso, apagamento e resistência, temas duros, mas urgentes. “O Grito que Ecoa” é um convite à escuta. Cada obra apresentada nasce de vivências reais e transforma experiências de dor em linguagem artística. Pinturas, tecidos, fios, objetos, instalações e performances constroem um percurso que mistura delicadeza e confronto, intimidade e política. A noite de abertura contará com uma programação especial, reunindo poesia, música e performances. A proposta é ampliar o diálogo entre diferentes linguagens artísticas e criar um encontro sensível entre obra e público. Serviço Exposição: O Grito que Ecoa Local: MIS – Museu da Imagem e do Som Abertura: 13 de fevereiro, às 19h Período: 1 mês Entrada: gratuita