“Aqui, só podemos esperar.” Em Alcácer do Sal, ainda há famílias presas em casa pelas “cheias de uma vida”
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Com o centro histórico submerso e o rio Sado fora do leito, Alcácer do Sal transformou-se, em poucas horas, num labirinto de água onde os pedidos de ajuda ecoam sem rosto nem direção. Entre casas isoladas, famílias presas nos andares de cima, bombeiros exaustos e poucos botes para tantas ocorrências, são os próprios moradores que avançam pela corrente para levar comida a quem precisa
