Valdemar Costa Neto defende parlamentares que votaram a favor da reforma tributária em meio à crise no PL
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Ser bolsonarista e ser de direita significa sempre escolher o melhor para o nosso povo, afirmou o presidente do PL em carta a parlamentares
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247 - O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, enviou uma carta a parlamentares do partido em que pediu respeito aos congressistas que votam a favor das políticas econômicas do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. No documento, compartilhado nas redes sociais, Costa Neto disse que o partido permanecerá "unido" em questões relacionadas a valores conservadores, informa o jornal O Globo."Se houver pautas benéficas para a economia e para a gestão governamental, como estruturas de base e reforma tributária, que também impactam em questões regionais, cada um precisa votar naquilo que for melhor para o povo que nos elegeu. Ser bolsonarista e ser de direita significa sempre escolher o melhor para o nosso povo", escreveu Valdemar.Em seguida, ele apresentou um contraponto: "Para que não haja dúvidas, somos um partido de oposição. E permaneceremos unidos nas pautas conservadoras que sempre defendemos enquanto direita. Ou seja, se surgir algum projeto que prejudique nossa liberdade, nossos valores familiares, nossa fé cristã, a agricultura, as crianças e que seja a favor das drogas, toda a nossa bancada estará unida e, sem dúvida, votará contra".No manifesto aos congressistas, Valdemar também defendeu a posição do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que foi criticado pelos apoiadores de Bolsonaro ao apoiar a reforma tributária. "Tarcísio é de direita e conservador, e tem a obrigação de fazer o que é melhor para o estado de São Paulo. Foi para isso que ele foi eleito".O grupo de WhatsApp da bancada do PL da Câmara foi bloqueado pela segunda vez após uma nova confusão. Mesmo com apelos pela pacificação, mais um bate-boca, acompanhado de ameaça, levou o líder da sigla, Altineu Côrtes (PL-RJ), a proibir novamente o envio de mensagens. No domingo, as divergências sobre a votação da Reforma Tributária na Câmara motivaram cobranças e xingamentos no grupo, segundo informações do jornal O Globo. Maioria no partido, o grupo de acomodação ao ex-presidente Jair Bolsonaro, contrário à proposta, e a ala do Centrão, fez cobranças aos participantes, iniciando a discussão. Na votação em primeiro turno da proposta que muda o sistema de impostos do país, a sigla deu 20 votos a favor, enquanto 75 foram contrários.
