Países mais rejeitados por Bolsonaro impulsionam o agronegócio
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Um exemplo típico é o do arroz. Graças aos venezuelanos e cubanos, os gaúchos puderam receber preços recordes pelo cereal no ano passado.
E na hora da falta desse cereal internamente, devido ao grande volume exportado, os argentinos e os paraguaios foram os que garantiram o abastecimento dos brasileiros.
Bolsonaro deve ter perdido a calma ao ver reluzentes caminhões com a bandeira venezuelana trazerem oxigênio para reduzir os efeitos do descontrole da pandemia em Manaus.
Os gastos do Brasil com esse produto na Venezuela, no entanto, deve ter sido pequeno em relação aos US$ 104 milhões despendidos pelos venezuelanos com a compra do cereal brasileiro. Leia mais (01/27/2021 - 23h15)
