Em ritmo acelerado, tabus caem no Oriente Médio
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"A causa palestina é uma causa justa, mas seus defensores representam fracassos", ousou dizer o príncipe Bandar Bin Sultan, ex-embaixador em Washington, ex-diretor do serviço de inteligência e ex-presidente do Conselho de Segurança Nacional. Sua voz naturalmente espelha visões dominantes na ultraconservadora monarquia da Arábia Saudita.
Em nome da "solidariedade pan-árabe" ou sob o argumento de não "criar divisões e fortalecer o inimigo", disparar críticas a dirigentes palestinos transformou-se em prática enferrujada, por décadas, no Oriente Médio. O alvo das censuras correspondia a Israel. Leia mais (10/16/2020 - 23h15)
