Carol Solberg é exemplo da concepção relativa da liberdade no esporte
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Em tese, isso parece maravilhoso. Uma atividade que remete à agonística, organizada por uma instituição autônoma, capaz de conter em si mesma a magia do gesto e a transcendência de pessoas fora de série. Entretanto, como tudo que é da ordem do humano, o esporte pode ser interpretado e manipulado por quem detém o poder de sua organização. E não sejamos ingênuos: isso acontece com uma frequência mais que indesejada. Leia mais (10/16/2020 - 23h15)
